Sei que talvez aquela garota tivesse medo da noite, do choro, dos berros, e da certeza de que estava sozinha. De que não tinha saída, nem escolha, nem ajuda, nem família e nem alguém que se prestasse a apartar, socorrer, ajudar, lhe livrar.
Não há muita diferença, só está mais consciente. E igualmente incapaz. Há medo. Não houve ajuda.
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