caminho(s)
Nunca fui fã do caminho cômodo, ou mesmo de esperar, calada e esperançosa, que asfaltem uma rua de barro enquanto sujo meus pés.
Se sigo pelo mesmo caminho, gosto dele. E caso venha a ser um asfalto porco, ao primeiro grão de areia, darei meia volta.
Tua única posse é tu mesmo, tem a obrigação de levar-te a outra estrada. Tu Não controla o caminho, mas as tuas pernas para seguir outro.
Esperar é uma escolha,
uma opção. Pela comodidade de
não precisar explorar novos caminhos,
aqueles que talvez se perca,
ou talvez se encontre,
seja pelo apego ao que seguiu cega e automaticamente por tempos.
Que te dá o salgado gosto de medo.
Acho que sou a escrita. Sou os versos, as estrofes, cada letra, página, parágrafo. Talvez eu tenha uma péssima narrativa, vou me lapidar. Não se preocupe, tenho potencial.
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